Desculpem a falta de criatividade pelo conto não ter um título. Sempre fui péssima pra criar algum. rsrs
Este conto é bem antigo, então não me julguem muito, ok? He he Podem notar que tem até disquete no meio da história, pois é, beeeem velhinho. Eu estava procurando pelas folhas de fichário da época da faculdade pra estudar quando o encontrei no meio das tralhas, reli e achei tão legalzinho que resolvi postar. Esse conto eu escrevi em alguns minutos na mesa do bar do pai do meu amigo (ô memória de elefante), por isso está tão corrido (apesar de que contos são assim, né?), e foi pra um trabalho do meu namorado que ele nem chegou a entregar com vergonha. Vê se pode? rs 

Mais um dia como todos os outros, pensava Lindsay sempre ao acordar. Seus dias eram tão previsíveis; resumidos em: escola, à tarde curso, em seguida mais estudos em casa, e assim o dia terminava. Os dias eram sempre os mesmos. A única coisa que a alegrava era ficar no MSN, onde conversava com seu "admirador". Lindsay acessava a internet quando acabava seus estudos e corria para o e-mail, onde procurava mensagens do até então desconhecido "coração solitário". mas isso quando ele não estava on-line para conversarem.
Os dois se falavam há 2 anos e meio, trocavam várias confidências, mas nunca se encontraram, pois Lindsay nunca quisera. Ela colocava seus estudos sempre em 1º lugar, e não queria começar uma relação no momento. Ela dedicava seu tempo aos livros, pois queria muito passar para uma faculdade de jornalismo em São Paulo ao qual o colégio estava oferecendo uma bolsa de estudos para uma única pessoa. Lindsay queria ser como as outras meninas, e poder sair, paquerar, namorar, mas essa oportunidade era única; tudo o que ela mais queria. O máximo que ela fazia fora os estudos era conversar todas as noites com seu "coração solitário".

Olá pessoal!!! Notaram alguma diferença? Muitas, não? Eu to tentando criar um layout novo que me agrade, mas cada vez que eu mudo alguma coisa ele fica pior. Rsrsrs
Bom, uma hora eu chego ao ponto certo, mas por enquanto vou tentando criar alguma coisa legal.
Enquanto isso... Vou postar aqui meu outro texto pro concurso da Capricho, também sobre o tema Romance Assombrado. Eu escrevi dois textos, esse no caso foi o primeiro que eu criei, mas optei por mandar o segundo por que achei que tinha mais a ver com o tema.
 * * *
Para tudo! Meu namorado é um vampiro. Sim, eu descobri isso enquanto assistia Crepúsculo. Assim como o Edward, o Alê possui uma cor apática e olhos que mudam de cor - ora eles estão mel, ora castanho -. Ele também é muito veloz quando corre. Talvez isso não seja suficiente, mas pasmem: ele nunca aparece em minha casa de dia quando está sol. Sério! Ele diz que é por causa do calor, mas eu não sei se eu acredito mais nisso agora. Ah! Tem outra coisa também que pode ser uma prova convicta de que ele é realmente um vampiro: ele adora meu pescoço. Eu também adoro quando ele o beija, principalmente quando me deixa arrepiada com leves mordidinhas, mas sua fixação por ele é muito suspeita. Ele estaria me testando antes de cravar seus caninos em mim? Ele também saca tudo de história como se realmente tivesse vivenciado aquela época. Eu não sei como nunca desconfiei, mas agora tenho certeza absoluta que namoro um vampiro.
Nove horas. Ele chegou. Estou apreensiva. Talvez fosse melhor fingir que não descobri sua verdadeira identidade. Estou falando como se ele fosse Clarck Kent. Ele está incrivelmente lindo hoje. Ele com certeza vai perguntar sobre o filme e eu agirei normalmente enquanto conto como foi. Primeiro ele me deu um abraço acolhedor, então quando recuou seus lábios se repuxaram e eu pude ver claramente seus caninos perfeitamente brancos ficarem expostos. Me assustei como qualquer pessoa normal. Como se lesse meus pensamentos, ele pressionou sua mão em minha boca. Era agora. Ele ia me morder e eu seria sua vampira. Eu viveria eternamente, o que tem de ruim nisso?
- Calma, não vou te machucar.
Eu já estava sentindo minhas pernas bambas como se eu fosse desmaiar. Eu não estava pronta praquilo, mesmo que não doesse nada.
- Por favor, não me transforme ainda. – Eu pude dizer quando ele destapou minha boca. Ele me olhou confuso. Talvez estivesse surpreso por eu recusar viver ao lado dele pra sempre. – Não que eu não goste de você, mas eu amo o sol, amo a praia.
- Sara, o que você está falando? – Ele chacoalhou a cabeça confuso e então tirou seus dentes caninos, que aliás, era uma dentadura, daquelas de plástico que você compra por menos de um real.
- Então você não é um vampiro?
- De onde você tirou essa idéia? – Ele achou graça.
Eu queria cavar o chão e me esconder nele como um avestruz.
Eu tive que explicar e conforme a lista de evidência aumentava mais ele ria. Principalmente quando eu contei sobre sua fissura por meu pescoço.
- É verdade. Eu adoro seu pescoço, seu cheiro. Eu adoro você. – Ele disse amável e eu me derreti toda.
Eu lacei meus braços em seu pescoço e o beijei intensamente. Ele recolocou sua dentadura. Não tive medo dessa vez. Majestosamente ele se inclinou, e eu fechei meus olhos, esperando ansiosamente por aquilo. Foi quando eu senti aquela gostosa sensação do beijo de um vampiro.

FIM

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Eu fiquei muito chateada quando entrei no site da Capricho e vi que meu texto não tinha sido escolhido na promoção da Fic. Mas tudo bem, eu já me conformei. Poxa, queria tanto que a Meg lesse meu texto. Mas tudo bem, terei mais cinco chances pra isso acontecer. Mas é muita sorte ter sido escolhida. Se eu conseguisse eu seria a garota mais feliz do mundo! Ai ai.
Agora o próximo tema é:

Como eu fiquei famosa e depois perdi tudo – menos você, eu espero.

Como a primeira etapa já terminou, eu posso postar meu texto aqui. Não ficou como eu esperava por que como quem participou sabe, só é permitido 500 palavras, o que é bastante complicado, mas...

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Texto do tema: romance assombrado.
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Era noite quando minha amiga Lucia propôs a brincadeira do compasso. Eu fui contra desde o primeiro momento. Eu detestava essas coisas de mexer com espíritos, fiquei uma semana sem dormir depois de assistir o exorcista. Quando me dei conta a brincadeira já havia começado. A Lucia perguntou se havia algum espírito presente. Isso era algo que eu não gostaria de saber. Imagine dormir sabendo que tinha alguém que você não conseguisse ver rondando a sua casa. Nos primeiros segundos nada aconteceu para meu alivio, mas depois eu juro que vi o compasso se mexendo sob a mão dela. Entrei em desespero. Meus olhos arregalados acompanhavam cada movimento. Uma palavra se formou: Loira. - Acho que é a loira do banheiro. – Supôs a Lucia. – O que você quer? – Ela tornou a falar. O compasso voltou a se mexer e uma palavra sombria se formou: Sangue. A lâmpada piscou algumas vezes até se apagar completamente. Eu pulei quando a Jéssica gritou ao meu lado. O Alan a chamou de fresca, e a Samantha acusou Lucia de mexer o compasso. Eu queria chorar, mas apenas me encolhi enquanto o pessoal discutia e a Lucia dizia que havia realmente um fantasma ali. - Alguém acende uma vela, por favor. – Gritou Caio nervoso. Eu era apaixonada por ele desde que eu disse minha primeira palavra: brum brum, significado: carro. Claro que eu não me lembro deste fato, mas minha mãe me contou que eu vivia o agarrando no maternal. Envergonhada eu disse que não iria sozinha. Ele me fez companhia. Eu acharia isso o máximo em outra situação, pois nós caminhamos de mãos dadas pelo corredor escuro em direção a cozinha. A mão dele suava. Que bom que eu não era a única com medo. - Você acredita nessa história de fantasma? – Ele me perguntou enquanto eu procurava pela vela. - Não sei. – Talvez ele me achasse fraca demais se eu dissesse que estava morta de medo. - Eu só não quero morrer antes de fazer algumas coisas. Eu tinha uma lista e no topo dela vinha beijar o Caio. - Que coisas? – Ele insistiu. - Achei! – Foi um ótimo momento para achar aquela vela. Sem responder àquela pergunta, eu andei em direção a pia e a tateei a procura de fósforos. Esperava não encontrar nenhuma mão gélida pela pia, eu com certeza morreria, mas ao invés de uma mão, senti uma presença. Eu estava prestes a gritar quando fui surpreendida por lábios macios que tomaram os meus com intensidade. Nesse exato momento a luz voltou. Eu abri os olhos e me certifiquei que estava beijando o Caio, meu grande amor desde um ano de idade. Eu tinha até esquecido da loira assassina naquele momento, mas ouvi quando o Alan gritou da sala como se quisesse nos avisar que a Lucia tinha manipulado a brincadeira. Isso foi bom, pelo menos eu não precisava ter medo quando estivesse sozinha em casa. Então voltei a me entregar àquele maravilhoso beijo, sem me importar com mais nada.

Boa sorte a todos no próximo tema. Não se esquecendo de que os textos só serão aceitos até o dia 05/03.

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